sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

INSANIDADE É DEMONÍACA?



O modismo sempre foi um ato inculcado na humanidade. Surge pelo ideal de proveito para si ou para um grupo.


Devido a isso surgiram as modas de grupos estabelecidos para vender produtos e ideias. Assim ocorreu no meio musical do estilo Rock in Roll.


O estético das roupas dos rockers (pessoas que fazem rock – roqueiro é mais usado para quem ouve e é adepto do Rock – se estiver errado neste conceito, agradeço a correção) advindos em sua maioria das periferias de cidades e países arrasados pela 2ª. Guerra. Roupas rasgadas por não terem dinheiro para comprar novas, usava as que tinha até rasgarem-se. Eram remendadas e também adornadas para que dessem uma cara nova – a criatividade é algo bom.


Alguns grupos de moda, começam a bancar aquela juventude em seus estilo musical e utilizam a sua estética de vestirem-se e os torna ícones do estilo. Vestir-se assim o fazia um rocker ou roqueiro. Ele seria reconhecido na rua e virou um estilo. Até hoje muitas empresas de vestuário sustentam o seu progresso a partir de algo que veio da miséria.


Exemplos concretos: Punk (anos 70) expressão a banda Sex Pistols / Ramones
                                      Heavy Metal (69-80) Black Sabath e Iron Maiden


Apenas para citar alguns exemplos.


Outra forma de dizer sobre a moda ou modismo, foi o Satanismo. Cresceu no final dos anos 60 e adentrou nos anos de 1970 dentro do Rock in Roll. O primeiro disco do Black Sabath trazia uma cruz de ponta cabeça na contra capa. Causou o susto em Ozzy Osbourne e demais membros da banda. Eles vinham de famílias cristãs e aquilo iria causar escândalos entre os seus progenitores. A ideia veio do empresário que acalmou Ozzy de que era moda usar os símbolos satânicos para vender discos. Eles não precisavam sê-los de fato. Apenas manter a imagem. Pura estética, consumismo e comercial.


Mas isso, ficou marcado na mente dos mais conservadores e o Rock que nasce para ser sinal de contradição, atinge o seu objetivo. Gerou preconceitos e “conversões”, intrigas e falácias, lendas e mitos. Rompeu a crença e a descrença e chegou nos dias de hoje ainda marcados por muitos dos conservadores e mentes insanas o estigma do preconceito e dos ataques contra o estilo e seus promotores. O Rock paga o preço da ganância da maioria dos empresários e rockers das grandes bandas que se lançaram aos modismos de seus tempos.

Chega até nós e é difícil de tirar essa pele ultrapassada, pois, as mesmas bandas atacadas e rechaçadas possuem um trabalho bom e de integridade humana essenciais, que despertam para o bom da vida e que nas mentes insanas são demonizadas.

O Rock não tem partido, embora pareça ter marca e roupa...rótulos também. Por ser bom ou ruim, o Rock se eterniza apesar dos preconceitos e más interpretações.


Há uma insanidade demoníaca rondando certos humanos. Esses, que demonizam o Rock, reza a lenda que, são ignorantes de cognitivo. Porque o conhecimento verdadeiro, para eles aparenta ser o próprio Demônio (aquilo que remete ao Mal – que realmente existe e impregna o homem).


Para não perder o costume assistam aí o vídeo:


A Imagem é retirada do Facebook neste link:


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