
O modismo sempre foi um ato
inculcado na humanidade. Surge pelo ideal de proveito para si ou para um grupo.
Devido a isso surgiram as
modas de grupos estabelecidos para vender produtos e ideias. Assim ocorreu no
meio musical do estilo Rock in Roll.
O estético das roupas dos
rockers (pessoas que fazem rock – roqueiro é mais usado para quem ouve e é
adepto do Rock – se estiver errado neste conceito, agradeço a correção)
advindos em sua maioria das periferias de cidades e países arrasados pela 2ª.
Guerra. Roupas rasgadas por não terem dinheiro para comprar novas, usava as que
tinha até rasgarem-se. Eram remendadas e também adornadas para que dessem uma
cara nova – a criatividade é algo bom.
Alguns grupos de moda, começam
a bancar aquela juventude em seus estilo musical e utilizam a sua estética de
vestirem-se e os torna ícones do estilo. Vestir-se assim o fazia um rocker ou
roqueiro. Ele seria reconhecido na rua e virou um estilo. Até hoje muitas
empresas de vestuário sustentam o seu progresso a partir de algo que veio da
miséria.
Exemplos concretos: Punk (anos
70) expressão a banda Sex Pistols / Ramones
Heavy Metal
(69-80) Black Sabath e Iron Maiden
Apenas para citar alguns
exemplos.
Outra forma de dizer sobre a
moda ou modismo, foi o Satanismo. Cresceu no final dos anos 60 e adentrou nos
anos de 1970 dentro do Rock in Roll. O primeiro disco do Black Sabath trazia
uma cruz de ponta cabeça na contra capa. Causou o susto em Ozzy Osbourne e
demais membros da banda. Eles vinham de famílias cristãs e aquilo iria causar
escândalos entre os seus progenitores. A ideia veio do empresário que acalmou
Ozzy de que era moda usar os símbolos satânicos para vender discos. Eles não
precisavam sê-los de fato. Apenas manter a imagem. Pura estética, consumismo e
comercial.
Mas isso, ficou marcado na
mente dos mais conservadores e o Rock que nasce para ser sinal de contradição,
atinge o seu objetivo. Gerou preconceitos e “conversões”, intrigas e falácias,
lendas e mitos. Rompeu a crença e a descrença e chegou nos dias de hoje ainda
marcados por muitos dos conservadores e mentes insanas o estigma do preconceito
e dos ataques contra o estilo e seus promotores. O Rock paga o preço da
ganância da maioria dos empresários e rockers das grandes bandas que se
lançaram aos modismos de seus tempos.
Chega até nós e é difícil de
tirar essa pele ultrapassada, pois, as mesmas bandas atacadas e rechaçadas
possuem um trabalho bom e de integridade humana essenciais, que despertam para
o bom da vida e que nas mentes insanas são demonizadas.
O Rock não tem partido, embora
pareça ter marca e roupa...rótulos também. Por ser bom ou ruim, o Rock se
eterniza apesar dos preconceitos e más interpretações.
Há uma insanidade demoníaca
rondando certos humanos. Esses, que demonizam o Rock, reza a lenda que, são
ignorantes de cognitivo. Porque o conhecimento verdadeiro, para eles aparenta
ser o próprio Demônio (aquilo que remete ao Mal – que realmente existe e
impregna o homem).
Para não perder o costume
assistam aí o vídeo:
A Imagem é retirada do
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